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Sua piscina vem apresentando problemas como revestimentos caindo e rejuntes soltando? Ou o formato dela não o agrada mais nem supre as necessidades da sua família atualmente? Pois saiba que esses estão entre os motivos mais frequentes que levam as pessoas a reformar suas piscinas.
Saiba maisO surfe em piscina de ondas já é uma realidade. Mesmo trazendo todos os tipos de comentários, não há como negar que o novo formato foi testado e aprovado esportiva e comercialmente. Maior potência do esporte na atualidade, o Brasil terá a sua unidade do complexo criado pelo americano onze vezes campeão do mundo Kelly Slater. As obras devem começar em 2019.
Saiba maisO feriado de 12 de outubro, Dia da Criança, marcará o início da diversão gratuita para os pequenos nas piscinas públicas de São José dos Campos com o tradicional Projeto Verão.
Saiba maisFuncionamento é das 8h às 17h, de terça a domingo.
Saiba maisA Anapp promoveu o primeiro encontro setorial de lojistas do mercado de piscinas.
Saiba maisApós ser submetido à consulta nacional por quase dois anos, a Comissão Especial CE-215 do Comitê Brasileiro de Construção Civil CB-02 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) deu como concluído, no mês de julho, o projeto de revisão da Norma ABNT NBR 10.339. A nova norma foi publicada em 19 de setembro e já está em vigor. A NBR 10.339 fixa as condições e os critérios pelos quais devem ser projetados e construídos os sistemas de recirculação e tratamento de água para atender as exigências de higiene, segurança e conforto dos usuários.
Saiba maisDean Mouhtaropoulos/Getty Images – 8.7.2014
Saiba maisA plataforma online Swimply, que é basicamente “a Airbnb para piscinas”, permite alugar uma piscina pelo tempo que quiser, aos dias de semana ou fim de semana. Uma hipótese a considerar numa próxima viagem?
Saiba maisBarra Mansa – Conforme divulgado pelo Boletim 2018 da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, 52% das mortes por afogamento de crianças, até os 9 anos, acontece na piscina de casa. Além disso, o documento também aponta que o afogamento é a segunda maior causa de óbito até os quatro anos. Com a aproximação da Primavera, com dias mais quentes e propícios a banho de mar e piscinas, o alerta de profissionais da área de Educação Física é para que os pais, o quanto mais cedo puderem, estimulem as crianças à natação como forma de garantir aos pequenos noções de segurança aquática. De acordo com professores de natação, a experiência das crianças com a natação ajuda a tratar o medo de entrar na água desde cedo e, prova disso, é que a orientação é a de que crianças a partir dos dois meses de vida já podem iniciar as aulas. Proprietária de uma escola de natação especializada em psicomotricidade aquática, a professora de Educação Física, Nívea Ferreira Alves, trabalha há mais 20 anos com crianças. De acordo com ela, o diferencial da criança que faz natação é que, além dela aprender os quatro, estilos ela aprende também os nados de sobrevivência e tem a experiência de estar no meio líquido, sabendo que ali é um lugar de risco. Conforme explica Nívea, ao colocar uma criança bem pequena na natação faz com que ela tenha a noção do perigo justamente pelo fato de passarem por experiências aquáticas como, por exemplo: saber que a mãe está ali para dar segurança, saber fazer pausa respiratória e consequentemente as habilidades respiratória, além de ter a consciência de que não pode pular de cabeça em águas rasas. “É importante ressaltar que aulas de natação salvam vidas e que, hoje, o afogamento é a segunda causa de acidentes no Brasil. Mas, além da segurança aquática, a natação também garante benefício como o desenvolvimento motor e neurológico, socialização, melhora do sono e, até mesmo, na alimentação dos pequenos”, destacou a professora. Importante investir na prevenção De acordo com Nívea, com a aproximação da Primavera/Verão, é muito comum que o pais procurarem áreas de lazer que tenha piscinas, praias e cachoeira. Esse período, segundo ela, é também uma oportunidade para matricular as crianças na natação onde, a piscomotricidade aplicada nas aulas segue três pilares: afetivo, cognitivo e motor. – As crianças que começam cedo na natação aprendem que só podem entrar pela parte rasa de uma piscina, que só podem pular na parte funda, elas aprendem a se sustentar na borda e a nunca entrarem em algum local para nadar sem a permissão de um adulto. Isso tudo é importante, mas vale lembrar que prevenção ao afogamento inclui, além da criança já está frequentando a natação, cem por cento de atenção por parte dos pais ou responsáveis”, alerta a professora Ainda conforme acrescenta Nívea, outras medidas também devem ser levadas em consideração quando o assunto é a prevenção a afogamentos como, por exemplo, priorizar piscinas com ralos ante sucção, locais que tenham salva vidas presente e com acesso restrito a piscinas. Segundo ela, quem está ao redor de crianças em psicinas também deve saber como agir em um caso de urgência e tomar cuidados necessários. “Um dica é nunca deixar brinquedos ou objetos que sejam atrativos a beira a piscina, pois isso pode atrair as crianças a caírem na água. As crianças que não fazem natação pulam, justamente, pelo fato de não terem a noção do risco. Já as que fazem as aulas não pulam porque tem noções de segurança”, concluiu a professora.
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