22/01/2026

Piscina em casa com crianças: Cuidados Indispensáveis em modelos Infláveis e de armação


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A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu um alerta sobre os riscos associados ao uso de piscinas, especialmente por crianças menores de cinco anos.

Foto: Freepik

O uso de piscinas infláveis ou estruturais é comum em períodos de calor e férias escolares, especialmente em residências com crianças. No entanto, especialistas em saúde infantil chamam a atenção para a necessidade de cuidados constantes durante esse tipo de atividade. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) reforça que, mesmo com pouco volume de água, esses equipamentos exigem atenção redobrada dos responsáveis.

 

De acordo com a entidade, poucos centímetros de água já são suficientes para representar risco para bebês e crianças pequenas. Por isso, a principal recomendação é a supervisão contínua de um adulto durante todo o tempo em que a criança estiver na água, independentemente da profundidade da piscina ou do tamanho do equipamento.

Outro ponto destacado pelos pediatras é que piscinas infláveis e estruturais podem favorecer quedas e escorregões, especialmente quando instaladas em superfícies inadequadas. O entorno deve ser organizado, com piso antiderrapante e livre de objetos que possam causar acidentes. Correr, empurrar outras crianças ou realizar brincadeiras que envolvam prender a respiração também são atitudes que devem ser evitadas.

Foto: Freepik

A SBP orienta que boias, brinquedos infláveis e outros acessórios não devem ser considerados equipamentos de segurança. Esses itens podem virar, esvaziar ou não oferecer a sustentação necessária. O uso de coletes salva-vidas certificados pode ser uma alternativa, sempre associado à presença próxima de um adulto.

Além da segurança física, os pediatras lembram da importância dos cuidados com a saúde durante as brincadeiras aquáticas. O uso de protetor solar adequado para crianças, roupas com proteção UV, chapéus ou bonés e a oferta frequente de água para hidratação são medidas importantes. Pausas regulares também ajudam a evitar desconfortos relacionados à exposição prolongada ao sol ou à água fria.

 

A higiene e a manutenção dessas piscinas também merecem atenção. Quando não estiverem em uso, o ideal é que sejam esvaziadas, secas e guardadas fora do alcance das crianças. Caso permaneçam montadas, é recomendável manter a água limpa, realizar a troca ou o tratamento adequado e, sempre que possível, instalar barreiras de proteção que dificultem o acesso sem supervisão.

 

As orientações reforçam que piscinas infláveis e estruturais podem ser utilizadas como opção de lazer, desde que acompanhadas de cuidados simples e da presença constante de um adulto responsável, garantindo um ambiente mais seguro para as crianças.

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Fonte: www.sbp.com.br