29/01/2026

CBIC reúne ecossistema da construção para discutir panorama de 2026


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Foto: cbic.org.br

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) reuniu lideranças do movimento Construção é Mais para avaliar o cenário de 2026 e alinhar iniciativas conjuntas para fortalecer o setor e estimular o desempenho positivo das empresas

Construção civil projeta 2026 com foco em estabilidade, integração setorial e ambiente de negócios mais seguro

O início de 2026 tem mobilizado as principais lideranças da construção civil brasileira em torno de um objetivo comum: fortalecer o setor diante de um cenário econômico desafiador, mas repleto de oportunidades. Em São Paulo, representantes de diferentes elos da cadeia produtiva se reuniram para analisar indicadores, discutir tendências e alinhar estratégias que possam sustentar o crescimento do mercado nos próximos anos. O encontro reforçou a necessidade de atuação conjunta entre entidades, empresas e associações para enfrentar temas estruturais como política monetária, reforma tributária, burocracia regulatória e segurança jurídica, pontos considerados decisivos para a saúde do setor.

A análise econômica apresentada durante a reunião destacou que, após um 2025 marcado por ajustes e cautela, a expectativa para 2026 é de um ambiente mais favorável, especialmente com a possibilidade de redução gradual da taxa básica de juros ao longo do ano. A Selic segue como uma das principais variáveis de atenção para empresários, influenciando diretamente investimentos, financiamento imobiliário e consumo. Ao mesmo tempo, o debate avançou para questões de médio e longo prazo, como a simplificação de processos de aprovação de projetos, a concessão de habite-se e os impactos das reformas estruturantes em andamento no país.

 

Nesse contexto mais amplo, o setor de piscinas se insere de forma cada vez mais estratégica dentro da construção civil. A atividade, que envolve desde projetos residenciais e comerciais até soluções de lazer, bem-estar e sustentabilidade, é diretamente impactada por decisões macroeconômicas, políticas públicas e normas técnicas debatidas nesse ecossistema. A integração entre construtores, incorporadores, fabricantes de insumos e prestadores de serviços, defendida pelas lideranças da construção, reflete exatamente o movimento que o mercado de piscinas vem consolidando nos últimos anos: profissionalização, padronização técnica, conformidade normativa e valorização da qualidade. Assim como na construção civil como um todo, o desempenho positivo do setor de piscinas depende de um ambiente regulatório claro, juros mais equilibrados, redução de entraves burocráticos e incentivo à inovação, fatores que fortalecem a confiança do consumidor e estimulam novos investimentos.

Ao reunir diferentes entidades representativas, o encontro reforçou a importância do diálogo permanente e da construção de uma agenda comum. A mensagem central é clara: somente com cooperação, planejamento e visão de longo prazo será possível sustentar o crescimento do setor, garantindo competitividade, previsibilidade e desenvolvimento. Para mercados especializados, como o de piscinas, esse alinhamento institucional representa não apenas estabilidade, mas também a oportunidade de ampliar sua relevância dentro da cadeia da construção, contribuindo para um setor mais moderno, técnico e preparado para os desafios de 2026 e além.

 

Fonte: cbic.org.br