16/08/2022

Doenças em piscinas malcuidadas: quais são e como evitá-las


Compartilhe:

Quando o inverno entra em cena e as temperaturas caem, a frequência de uso da piscina também diminui e, com isso, é normal que a rotina de tratamento da água acabe ficando de lado. Mas isso não significa que você possa simplesmente abandonar a limpeza: lembre-se que piscinas malcuidadas carregam uma série de riscos para os banhistas, incluindo doenças e alergias graves.

Para você ter uma ideia, se a sua piscina ficar várias semanas sem receber o tratamento adequado e, durante um dia quente ocasional, sua família resolver aproveitar um bom mergulho refrescante, são grandes as chances de que algumas mazelas se manifestem na pele, nos olhos e no resto do corpo, especialmente de crianças e pessoas com a imunidade mais baixa.

 

5 doenças que podem ser resultado de piscinas malcuidadas

Diferentemente do que muitos pensam, esses problemas não surgem apenas em piscinas completamente abandonadas, tomadas pelo limo e com água lodosa. Até mesmo a água transparente pode esconder alguns perigos invisíveis quando a rotina de tratamento é negligenciada. Aqui, separamos algumas das doenças mais comuns:

1 – Micose

Vilã bem conhecida, a micose é resultado de um fungo que se prolifera quando encontra a combinação de calor e umidade. Muito presente em piscinas com sistema de aquecimento, ela pode atingir as unhas, a pele e o couro cabeludo.

2 – Dermatite

Outra doença bastante conhecida, a dermatite pode se desenvolver através de micróbios, bactérias e alguns fungos presentes em ambientes contaminados, como a água de piscinas malcuidadas. Além de vermelhidão na pele, ela também causa inflamação e bolhas no local afetado.

3 – Diarreia

Talvez um dos problemas mais comuns associados ao banho de piscina, a diarreia pode facilmente ser transmitida de uma pessoa para outra pela água contaminada, sendo particularmente transmissível no caso de piscinas que não receberam cloro por muito tempo.

4 – Conjuntivite

A conjuntivite causa irritação e inflamação na membrana que reveste o globo ocular e é transmitida por vírus e bactérias presentes na água. Pode ser causada também por substâncias químicas, por isso a importância de manter o cloro em níveis adequados.

5 – Otite externa

Também causada por fungos e bactérias que se proliferam livremente em piscinas malcuidadas, a otite pode ser contraída por meio do contato do banhista com a água contaminada. Além da dor intensa, a inflamação pode causar secreção e resultar em perda de audição. 

Dicas para banhos de piscina seguros

Para ajudar a proteger você e sua família dos germes que podem estar em piscinas malcuidadas, também organizamos aqui algumas recomendações para mitigar a propagação de doenças neste ambiente que deve ser sempre sinônimo de alegria, diversão e relaxamento para todos os banhistas. 

  • Mantenha a piscina limpa e tratada

Certifique-se de acompanhar os níveis de cloro e pH da sua piscina regularmente e ajustá-los sempre que necessário. Para facilitar esse controle, temos uma ótima dica: nosso Kit Teste Cloro e pH.

  • Não entre na piscina se estiver doente

Pessoas doentes ou com algum problema de saúde contagioso não podem dividir a piscina com outros banhistas. Por isso, se você ou alguém da sua família tiver manifestado algum problema de saúde recentemente, o foco deve ser em curar-se completamente antes de retomar as atividades aquáticas.

  • Acidente na piscina? Saiba higienizá-la da forma correta

Outra dica muito importante é seguir adequadamente as técnicas de limpeza e desinfecção em casos mais extremos, como ocorrências de xixi ou fezes na água. Em situações assim, a água precisa passar por uma minuciosa rotina de tratamento, que envolve a supercloração e o equilíbrio químico da piscina.

  • Uma ducha sempre pode ajudar

Uma ducha rápida antes e depois de entrar na piscina pode reduzir a quantidade de sujeira e suor que você carrega no corpo – o que, por sua vez, contribui para manter os níveis adequados de cloro na água e evita que você contraia ou transmita alguma doença.

  • Seque bem os ouvidos ao sair da água

Para evitar infecções de ouvido, certifique-se de secá-los bem depois de sair da piscina. Se você tem um histórico deste problema, considere usar uma touca de natação ou tampões, afinal, a saúde vem sempre em primeiro lugar!

Além dessas dicas, não esqueça de usar protetor solar e de garantir que alguém sempre supervisione o espaço, de olho principalmente nos idosos e nas crianças, para garantir a segurança e o bem-estar de todos.

 

Fonte:blog.belpiscinas.com.br